skip to main
|
skip to sidebar
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Da lei da inexorabilidade
Do arco que se fez do rígido corpo
Lançou-se uma flecha de alma um dia pura.
Foi-se a inocência adentro à noite escura:
Perdeu-se a vida como em um sopro.
0 comentários:
Postar um comentário
Postagem mais recente
Postagem mais antiga
Início
Assinar:
Postar comentários (Atom)
El Caballo de Calígula
Barra de vídeo
Loading...
Twitter Updates
Seguidores
Arquivo do blog
▼
2009
(43)
►
Outubro
(3)
Fusão e confusão
Yes, créu nim nóis!
Para onde vamos, se de lugar nenhum saímos?
▼
Agosto
(8)
Para Gradiva...
Dazed and confused
Oh, deus! Porque me fizeste viver junto a estes co...
É possível fazer rima com 'muitas'...
I
Nossa maior vergonha
Da lei da inexorabilidade
A vida é um dia
►
Julho
(16)
A maneira que se conta a história
O cerumano
Subversão sobre subversão
O assassino da família Jetson
Great Gig in the Sky
Viste o verso?
Festival de Cinema de Paulínia
Jack Freak Pictures
Gothic blues
Tu te arrastas pela vida, Ou preguiçoso em afaze...
O todo pela parte
Mutações do inventado
Eis do que o mundo precisa: Amor e giro da econ...
O Bigode do Sarney
Uma simples conclusão para Jamila
►
Junho
(7)
Michael Jackson morreu
A Gripe
Revelações relevantes
A sanha de banhar-te a pele Vem-me em repente, e j...
Se você espera que os girassóis sobrevoem o seu cé...
Papai deixou (ou O megalômano ruminante)
►
Maio
(9)
Outrora, outra hora.
It's a process. Anything is a process.
Os leões
Do passado distante
Onde desnudam-se as lembranças de ti, outrora; Ond...
Caminhando sob efeito do oxigênio / sobre o feito ...
Mal posso esperar pelas aposentadorias de Hugo Cha...
Ah, ouvirão de muitos as palavras ácidas da amargu...
Festim Diabólico
Quem sou eu
Incitatus
Visualizar meu perfil completo
0 comentários:
Postar um comentário