Dona Chumbinha, do interior de Macuripe, com toda a sua simplicidade de mulher do interior deste Brasil, envia-nos uma carta com as suas dúvidas a respeito da intransigência febril da moderna psicologia diante das peculiaridades do comportamento pós-traumático contido nas irrelevâncias do cotidiano, excetuando-se os conceitos junguianos do status quo aparente e significativo, e, apesar das consequências factíveis dessa provável intransigência, o resultado do subentendimento da hipérbole contaminante das ações futuras.
Bem, Dona Chumbinha, diante dos fatos irrefutáveis, acreditamos que esta é a hora propícia para sentar-se na varanda e tomar um café quentinho. Café quentinho, Dona Chumbinha...
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